terça-feira, 20 de março de 2012
Texto argumentativo sobre Relações Amorosas
Ao longo das décadas as relações amorosas são vistas de forma muito diferente, para melhor claro. As raparigas jovens conseguem ter um namorado enquanto antigamente era impensável para os pais dela. A família de antigamente arranjavam o companheiro para a sua filha, dentro do mesmo nível de vida, o mesmo ponto na sociedade, o mesmo nível económico.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Resolução do Questionário
Página 170
1. A narrativa é iniciada no ano de 1875 e coincide com ...
a) a data de formatura de Carlos da Maia.
2. Apesar de não ter a dimensão de Santo Olávia, o Ramalhete e agradava a Afonso, em virtude de ...
c) possuir um jardim onde conviviam um cipestre, um cedro, uma estátua de Vénus e uma cascatazinha.
3. No passado, Afonso, que tivera uma relação conflituosa com o seu pai,fora viver em Inglaterra...
a) por causa das suas ideias liberais.
4. Quando o seu pai morreu, Afonso regressa a Portugal, ...
b) mantém os seus ideais e casa com Maria Eduarda Runa.
5. Afonso, Maria Eduarda e Pedro vivem em Inglaterra durante alguns anos, de onde regressam porque...
c) Maria Eduarda adoece, em virtude de sentir falta de Portugal, do sol, da religião.
6. Após a morte da mãe, Pedro iniciou uma vida de excessos e crise ...
a) até ao dia em que se apaixonou por Maria Monforte.
7. A primeira vez que Afonso viu Maria e Pedro, ...
a) esta abrigava-se sob uma sombrinha escarlate que lhe ficou na memoria.
8. Pedro e Maria foram para Itália ...
b) onde viveram felizes até ao momento em que Maria se mostrou insatisfeita e quis ir viver para Paris.
9. Em Portugal, Pedro e Maria habitavam uma casa em Arroios e tiveram ...
b) um filho e uma filha.
10. Nos longos serões, passados na casa onde moravam, ...
a) havia um ambiente de luxo e exuberância, onde Maria era o centro das atenções.
Página 171
11. Pedro suicida-se porque ...
a) Maria o abandona, fugindo com Tancredo.
12. A fuga da mãe e o suicídio do pai determinaram ...
c) a separação dos irmãos, tendo a menina sido entregue aos cuidados do avô materno e o menino do avô paterno.
13. Após o suicidio de Pedro, a familia muda-se para o Douro...
a) onde um percetor inglês, Mr Brown, se escarrega da educação de Carlos.
14. A educação de Carlos da Maia e Eusebiozinho ...
b) diferiam, já que Carlos tin ha uma educação que valorizava o rigor, a criatividade, o juizo crítico, e Eusebiozinho uma educação tradicionalista baseada no estudo da cartilha e o apelo à memória.
15. Carlos opta pelo curso de medicina ...
a) pois agradava-lhe a ideia de ter uma vida prática, útil.
16. Durante o tempo em que decorreu o curso, Carlos ...
a) foi abandonando o entusiasmo inicial e dedicava-se a várias artes e actividades em simultâneo, nos Paços de Celas.
17. O consultório que Carlos montou no Rossio ...
b) estava mobilado de forma luxuosa com gosto e parecia se pouco com gabinete médico.
18. Apenas do seu entusiasmo na preparação do espaço, Carlos ...
c) passava longas horas ociosas, numa indolência e dormência fastidiosas.
Página 172
19. Aos serões, no Ramalhete, Afonso da Maia e os seus amigos ...
b) divertiam-se, em "amena cavaqueira", bebendo, fumando e jogando, apenas de conhecedores dos problemas do país.
20. Os relacionamentos de Carlos e Ega com a Gouvarinho e Cohen, respetivamente, ...
c) constituem uma critica ao adultério praticado pela alta sociedade lisboete no final do século XIX.
21. A casa que Ega foi habitar e à qual chamou Vila Balzac ...
c) tinha uma decoração que revelava o seu carater mundano, audaz e arrebatado.
22. O jantar do Hotel Central, que na narativa tem lugar no capitulo VI, ...
c) revela-nos um conjunto personagens temperamentais, impetuosas, demonstrando incorrências comportamentais.
23. O jantar no Central permite a Carlos ...
a) o encontro com o grande amigo de seu pai, Alencar, e com a mulher que vai integrar a sua vida sentimental.
24. No dia do jantar no Hotel Central, Dâmaso estivera duas horas ao espelho a escolher a gravata, ...
a) pois, como ia conhecer Carlos da Maia, a quem venerava, não queria fazer má figura.
25. Os ultimos pensamentos de Carlos, no dia do jantar no Hotel Central, ...
c) foram dedicados a rever os momentos em que uma mulher alta, bela como uma deusa, tinha atravessado o peristilo do hotel.
26. Dâmaso esforça-se por agradar e imitar Carlos da Maia, ...
b) pois Carlos é o representante da alta sociedade lisboeta oitocentista e um exemplo a seguir.
27. O interesse de Carlos por uma bela mulher levou-o ...
a) a deslocar-se a Sintra acompanhado de Cruges, pois, provavelmente, ela estaria lá.
28. Em Sintra, Carlos encontra Eusebiozinho ...
c) que, após ter enviuvado, tinha um comportamento mundano, dado ao prazer.
Página 173
29. A ida de Carlos aos aposentos de Maria Eduarda, no Hotel Centralbservar Rosa...
b) serviu, tambem, para que este observasse atentamente o espaço, as roupas e os objetos pertencentes a Maria Eduarda.
30. O episódio das corridas no Hipódromo serve o objetivo de ...
c) criticar aspetos da sociedade lisboeta oitocentista, nomeadamente o provincianismo e o mau gosto.
31. Durante as corridas fizeram-se apostas. Carlos ...
b) ganhou uma elevada quantia de dinheiro, o que indicava azar ao amor.
32. O facto de o Sr. Guimarães, tio de Dâmaso, viver em Paris...
a) contribui para a aproximidade entre ele e Maria Monforte.
33. Na casa que Maria e Carlos foram habitar, a Toca, sobressaía ...
a) o quarto pela sua decoração estridente e sensual.
34. A revelação de que Maria Eduarda não era casada com Castro Gomes, mas sim, Madame Mac Gren ...
b) foi feita por Castro Gomes, a Carlos da Maia, após ter recebido uma carta de Ega a revelar os encontros dos dois amantes.
35. O jornal em que se conta, de forma jocosa, a história de Carlos e Maria é ...
a) a Corneta do Diabo.
36. Dâmaso, para se retratar perante Carlos da Maia, aceitou ...
b) escrever uma carta, ditada por Ega, que este fez publicar no jornal A Tarde.
37. O sarau no Teatro da Trindade pretende criticar ...
a) a ignorancia, as conversas banais e o comportamento dos presentes.
38. Após o final do sarau, o Sr.Guimarães ...
b) comunicou a Ega que tinha um cofrezinho com uns pertences da família do Sr. Carlos da Mais, que gostaria de lhe devolver, ou à irmã.
Página 174
39. Depois de saber toda a verdade sobre parentesco de Carlos e Maia, Ega ...
a) contou a verdade a Vilaça e pediu ajuda para a transmitir ao médico.
40. O facto de saber que Maia era sua irmã ...
b) nao impediu que o neto de Afonso da Maia se atrasasse com a sua amada e cometesse incesto.
41. A morte de Afonso ....
b) foi provocada pelo desgosto que a vida lhe deu.
42. Após a morte do avô, Carlos ...
b) pede a Ega que seja ele a contar a verdade à sua amada.
43. Carlos parte para uma longa viagem pelo mundo ...
a) acompanhado por Ega.
44. Depois de ter passado por vários países, Carlos ...
a) regreça a Lisboa em 1886.
45. Quando passeiam pela cidade , Carlo ...
a) apercebeu-se de que Lisboa nao mudara, sobretudo no que se refere às pessoas.
46. No final da obra, percebe-se que Ega ...
a) perdera o seu ímpeto naturalista, admirando mesmo as poesias de Alencar.
47. Ao rever o Ramalhete, o filho de Pedro ...
b) confessa que, apesar de só ter vivido dois anos, lhe parece que foi toda a vida
48. Carlos e Ega tomam consciência de que falharam a vida, ...
c) já que a vida idealizada nao correspondeu à vivida.
1. A narrativa é iniciada no ano de 1875 e coincide com ...
a) a data de formatura de Carlos da Maia.
2. Apesar de não ter a dimensão de Santo Olávia, o Ramalhete e agradava a Afonso, em virtude de ...
c) possuir um jardim onde conviviam um cipestre, um cedro, uma estátua de Vénus e uma cascatazinha.
3. No passado, Afonso, que tivera uma relação conflituosa com o seu pai,fora viver em Inglaterra...
a) por causa das suas ideias liberais.
4. Quando o seu pai morreu, Afonso regressa a Portugal, ...
b) mantém os seus ideais e casa com Maria Eduarda Runa.
5. Afonso, Maria Eduarda e Pedro vivem em Inglaterra durante alguns anos, de onde regressam porque...
c) Maria Eduarda adoece, em virtude de sentir falta de Portugal, do sol, da religião.
6. Após a morte da mãe, Pedro iniciou uma vida de excessos e crise ...
a) até ao dia em que se apaixonou por Maria Monforte.
7. A primeira vez que Afonso viu Maria e Pedro, ...
a) esta abrigava-se sob uma sombrinha escarlate que lhe ficou na memoria.
8. Pedro e Maria foram para Itália ...
b) onde viveram felizes até ao momento em que Maria se mostrou insatisfeita e quis ir viver para Paris.
9. Em Portugal, Pedro e Maria habitavam uma casa em Arroios e tiveram ...
b) um filho e uma filha.
10. Nos longos serões, passados na casa onde moravam, ...
a) havia um ambiente de luxo e exuberância, onde Maria era o centro das atenções.
Página 171
11. Pedro suicida-se porque ...
a) Maria o abandona, fugindo com Tancredo.
12. A fuga da mãe e o suicídio do pai determinaram ...
c) a separação dos irmãos, tendo a menina sido entregue aos cuidados do avô materno e o menino do avô paterno.
13. Após o suicidio de Pedro, a familia muda-se para o Douro...
a) onde um percetor inglês, Mr Brown, se escarrega da educação de Carlos.
14. A educação de Carlos da Maia e Eusebiozinho ...
b) diferiam, já que Carlos tin ha uma educação que valorizava o rigor, a criatividade, o juizo crítico, e Eusebiozinho uma educação tradicionalista baseada no estudo da cartilha e o apelo à memória.
15. Carlos opta pelo curso de medicina ...
a) pois agradava-lhe a ideia de ter uma vida prática, útil.
16. Durante o tempo em que decorreu o curso, Carlos ...
a) foi abandonando o entusiasmo inicial e dedicava-se a várias artes e actividades em simultâneo, nos Paços de Celas.
17. O consultório que Carlos montou no Rossio ...
b) estava mobilado de forma luxuosa com gosto e parecia se pouco com gabinete médico.
18. Apenas do seu entusiasmo na preparação do espaço, Carlos ...
c) passava longas horas ociosas, numa indolência e dormência fastidiosas.
Página 172
19. Aos serões, no Ramalhete, Afonso da Maia e os seus amigos ...
b) divertiam-se, em "amena cavaqueira", bebendo, fumando e jogando, apenas de conhecedores dos problemas do país.
20. Os relacionamentos de Carlos e Ega com a Gouvarinho e Cohen, respetivamente, ...
c) constituem uma critica ao adultério praticado pela alta sociedade lisboete no final do século XIX.
21. A casa que Ega foi habitar e à qual chamou Vila Balzac ...
c) tinha uma decoração que revelava o seu carater mundano, audaz e arrebatado.
22. O jantar do Hotel Central, que na narativa tem lugar no capitulo VI, ...
c) revela-nos um conjunto personagens temperamentais, impetuosas, demonstrando incorrências comportamentais.
23. O jantar no Central permite a Carlos ...
a) o encontro com o grande amigo de seu pai, Alencar, e com a mulher que vai integrar a sua vida sentimental.
24. No dia do jantar no Hotel Central, Dâmaso estivera duas horas ao espelho a escolher a gravata, ...
a) pois, como ia conhecer Carlos da Maia, a quem venerava, não queria fazer má figura.
25. Os ultimos pensamentos de Carlos, no dia do jantar no Hotel Central, ...
c) foram dedicados a rever os momentos em que uma mulher alta, bela como uma deusa, tinha atravessado o peristilo do hotel.
26. Dâmaso esforça-se por agradar e imitar Carlos da Maia, ...
b) pois Carlos é o representante da alta sociedade lisboeta oitocentista e um exemplo a seguir.
27. O interesse de Carlos por uma bela mulher levou-o ...
a) a deslocar-se a Sintra acompanhado de Cruges, pois, provavelmente, ela estaria lá.
28. Em Sintra, Carlos encontra Eusebiozinho ...
c) que, após ter enviuvado, tinha um comportamento mundano, dado ao prazer.
Página 173
29. A ida de Carlos aos aposentos de Maria Eduarda, no Hotel Centralbservar Rosa...
b) serviu, tambem, para que este observasse atentamente o espaço, as roupas e os objetos pertencentes a Maria Eduarda.
30. O episódio das corridas no Hipódromo serve o objetivo de ...
c) criticar aspetos da sociedade lisboeta oitocentista, nomeadamente o provincianismo e o mau gosto.
31. Durante as corridas fizeram-se apostas. Carlos ...
b) ganhou uma elevada quantia de dinheiro, o que indicava azar ao amor.
32. O facto de o Sr. Guimarães, tio de Dâmaso, viver em Paris...
a) contribui para a aproximidade entre ele e Maria Monforte.
33. Na casa que Maria e Carlos foram habitar, a Toca, sobressaía ...
a) o quarto pela sua decoração estridente e sensual.
34. A revelação de que Maria Eduarda não era casada com Castro Gomes, mas sim, Madame Mac Gren ...
b) foi feita por Castro Gomes, a Carlos da Maia, após ter recebido uma carta de Ega a revelar os encontros dos dois amantes.
35. O jornal em que se conta, de forma jocosa, a história de Carlos e Maria é ...
a) a Corneta do Diabo.
36. Dâmaso, para se retratar perante Carlos da Maia, aceitou ...
b) escrever uma carta, ditada por Ega, que este fez publicar no jornal A Tarde.
37. O sarau no Teatro da Trindade pretende criticar ...
a) a ignorancia, as conversas banais e o comportamento dos presentes.
38. Após o final do sarau, o Sr.Guimarães ...
b) comunicou a Ega que tinha um cofrezinho com uns pertences da família do Sr. Carlos da Mais, que gostaria de lhe devolver, ou à irmã.
Página 174
39. Depois de saber toda a verdade sobre parentesco de Carlos e Maia, Ega ...
a) contou a verdade a Vilaça e pediu ajuda para a transmitir ao médico.
40. O facto de saber que Maia era sua irmã ...
b) nao impediu que o neto de Afonso da Maia se atrasasse com a sua amada e cometesse incesto.
41. A morte de Afonso ....
b) foi provocada pelo desgosto que a vida lhe deu.
42. Após a morte do avô, Carlos ...
b) pede a Ega que seja ele a contar a verdade à sua amada.
43. Carlos parte para uma longa viagem pelo mundo ...
a) acompanhado por Ega.
44. Depois de ter passado por vários países, Carlos ...
a) regreça a Lisboa em 1886.
45. Quando passeiam pela cidade , Carlo ...
a) apercebeu-se de que Lisboa nao mudara, sobretudo no que se refere às pessoas.
46. No final da obra, percebe-se que Ega ...
a) perdera o seu ímpeto naturalista, admirando mesmo as poesias de Alencar.
47. Ao rever o Ramalhete, o filho de Pedro ...
b) confessa que, apesar de só ter vivido dois anos, lhe parece que foi toda a vida
48. Carlos e Ega tomam consciência de que falharam a vida, ...
c) já que a vida idealizada nao correspondeu à vivida.
Diferença entre Romantismo e Realismo
Romantismo
- Recorda o passado e, de preferência, a Idade Média;
- A imaginação, a sensibilidade dominam a narrativa. Dá-se a interferência do narrador que, ora manifesta ou a sua simpatia ou repulsa, ora faz digressões;
- Linguagem declamatória, afectiva e espontânea com reticências, exclamações, interrogações, etc.;
- Gosto pela paisagem macabra e horrenda e pelo descritivo idealizado “locus horrendus”;
- Inspiração feita de arrebatamento;
- Ideais monárquicos
Realismo
- Olha o futuro e tem fé na ciência e no progresso – consequência è novela realista - naturalista, poesia panfletária, gosto pelos temas contemporâneos;
- A observação do pormenor, a indiferença e a impassibilidade do narrador dominam a narrativa;
- Linguagem desafectada, corrente e equilibrada com aperfeiçoamento da forma;
- Gosto pela paisagem colorida e pelo minucioso e exacto;
- Criação feita de reflexão e análise;
- Ideais republicanos e socialistas.
Características do Realismo
- Objectivismo e impessoalidade
- Busca da verosimilhança: as obras devem dar a impressão de verdade total, isto é, de que constituem um reflexo perfeito da realidade
- Busca da perfeição formal
- Pessimismo: os valores burgueses e as crenças religiosas e ideológicas sofrem um processo de completo descrédito
- Racionalismo - cuja tradução é tanto a análise psicológica como a análise social
- Busca da verosimilhança: as obras devem dar a impressão de verdade total, isto é, de que constituem um reflexo perfeito da realidade
- Busca da perfeição formal
- Pessimismo: os valores burgueses e as crenças religiosas e ideológicas sofrem um processo de completo descrédito
- Racionalismo - cuja tradução é tanto a análise psicológica como a análise social
Características do Naturalismo
- O mundo pode ser explicado através das forças da natureza;
- O ser humano está condicionado às suas características biológicas (hereditariedade) e ao meio social em que vive;
- Forte influência do evolucionismo de Charles Darwin;
- A realidade é mostrada através de uma forma científica (influência do positivismo);
- Nas artes plásticas, por exemplo, os pintores enfatizam cenas do mundo real em suas obras. Pitavam aquilo que observavam;
- Na literatura, ocorre muito o uso de descrições de ambientes e de pessoas;
- Ainda na literatura, a linguagem é coloquial;
- Os principais temas abordados nas obras literárias naturalistas são: desejos humanos, instintos, loucura, violência, traição, miséria, exploração social, etc.
- O ser humano está condicionado às suas características biológicas (hereditariedade) e ao meio social em que vive;
- Forte influência do evolucionismo de Charles Darwin;
- A realidade é mostrada através de uma forma científica (influência do positivismo);
- Nas artes plásticas, por exemplo, os pintores enfatizam cenas do mundo real em suas obras. Pitavam aquilo que observavam;
- Na literatura, ocorre muito o uso de descrições de ambientes e de pessoas;
- Ainda na literatura, a linguagem é coloquial;
- Os principais temas abordados nas obras literárias naturalistas são: desejos humanos, instintos, loucura, violência, traição, miséria, exploração social, etc.
terça-feira, 6 de março de 2012
Introdução
Este blog é criado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa - Módulo 8.
Foi nos proposto pela professora, criar uma página atractiva e mostrar os exercícios feitos em aula.
Foi nos proposto pela professora, criar uma página atractiva e mostrar os exercícios feitos em aula.
A Questão da Geração de 70

A Geração de 70, foi um movimento académico de Coimbra do século XIX que veio revolucionar várias dimensões da cultura portuguesa, da política à literatura, onde a renovação se manifestou com a introdução do realismo.
Num ambiente boémio, na cidade universitária de Coimbra, Antero de Quental, Eça de Queiroz, Oliveira Martins, entre outros jovens intelectuais, reuniam-se para trocar ideias, livros e formas para renovação da vida política e cultural portuguesa, que estava a viver uma autêntica revolução com os novos meios de transportes ferroviários, que traziam todos os dias novidades do centro da Europa, influenciando esta geração para as novas ideologias.
Foi o início da Geração de 70.
Referencia da internet (http://pt.wikipedia.org/wiki/Gera%C3%A7%C3%A3o_de_70)
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